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JULIA FLECK MANGANELLI

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    Na reta final...

 

    Reflexões sobre a disciplina

 

    Para mim com certeza valeu a pena cursar essa disciplina. Adorei descobrir o Wiki e o CMap e aprender sobre eles. Como foi meu primeiro semestre na UFRGS, descobri também o Rooda, programa bem legal, mas pouco utilizado pelos professores da Universidade, o que é uma pena.

    Gosto muito de usar computador e internet, por isso para mim foi prazeroso ir percebendo como eles podem ser úteis nos processos de aprendizagem. Essa cadeira me proporcionou momentos de reflexão principalmente sobre as relações entre alunos, professores e ferramentas mediadoras do ensino-aprendizagem. (25/06/08)

 

 

                          

 

 


       17/06/08: link para Auto-avaliação Julia


 

 

 


Projeto: O que é? Como se faz?

 

 

Idéias com as quais concordamos

O conhecimento se constrói.

O projeto pode se tornar uma metodologia.

Falta ao aluno a possibilidade de escolha com relação ao seu aprendizado.

A atividade de fazer projetos é simbólica, intencional e natural do ser.

 

 

Idéias com as quais discordamos

Séries iniciais deveriam ter um trabalhado diferenciado, com grupos menores por professor, para que eles desenvolvam autonomia para trabalhar nas séries seguintes com mais independência e responsabilidade.

- Talvez com auxílio de monitores

 

 

Idéias sobre as quais temos dúvidas

Como lidar com a situação de alunos ajudarem a definir o currículo... O aluno pode ter interesses muito superficiais...

Faltam elementos concretos, exemplos. É tudo muito utópico.

 

 

Dupla: Julia e Marcelo

 

 


 

 

 - Áreas de interesse para projeto -

 

  • Ecologia (reciclagem de lixo, preservação, economia de energia...);
  • Diferenças entre homens e mulheres;
  • Efeitos da música nas emoções e comportamento;  

 

 


 

 

Colegas,

Não entendi direito se vocês concordam ou discordam do texto quando falam nos grupos menores para trabalhar com séries iniciais, no momento não lembro disso ter sido tratado. Mas concordo, e essa seria uma solução que viria ao encontro da dúvida que eu tinha: como trabalhar por meio de projetos com os pequenos.

A propósito: não achei onde se posta comentário, por isso coloquei aqui mesmo. Mil desculpas.

Kelly

 

Kelly e Rosane

 
    Na questão que vocês levantaram, na verdade não discordamos do texto, foi só uma sugestão, um acréscimo. Achamos que o ideal, principalmente nas séries iniciais, em que as crianças ainda demandam mais acessoria do professor, seria turmas menores para trabalhar com projetos, que são possiveis, sim, nessa idade.
   Quanto à utopia, nos usamos essa palavra, talvez muito forte, para criticar o excesso de teoria e falta de prática que acontece em ambientes de ensino-aprendizagem aos docentes, como na FACED. É bom ter ideais, sonhos, mas é preciso ter atitudes que modifiquem a realidade da educação. Nesse sentido a utopia é boa, pois é o primeiro passo para realizar ações concretas. Nesse semestre faço uma cadeira em que trabalharemos o Paulo Freire, talvez através dela eu entre em contato com essas questões.
                                                                                                                                         bjos,      Julia
 

 "Perguntas inteligentes: o que é isto?"

 

 
    Gostei bastante do texto, achei legal que mostrou exemplos de falas de professores, ilustrando a dificuldade de mudar a forma de conceber o processo de ensino-aprendizagem.
     Refleti sobre como a maneira que eles vêem a educação influencia no modo como os professores conduzem as aulas. Penso que isso demonstra a importância de discussões sobre o tema, que proporcionem primeiro transformações internas nos professores, para que depois a mudança vá aos poucos tomando maiores dimensões.
     Senti falta de exemplos dos três tipos perguntas identificadas por Castorina, para eu ver, na prática, como elas funcionam.

Comments (3)

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Turma A said

at 5:54 pm on Mar 16, 2008

Também tenho dúvidas neste ponto de deixar os alunos definirem o currículo. Talvez não desse certo. Se o professor desse opções, o aluno não estaria efetivamente definindo nenhum currículo com interesses dele. Ele só teria o trabalho de escolher os assuntos menos piores, do ponto de vista dele. Nos vemos na quarta! Silvino

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Turma A said

at 4:09 pm on Mar 17, 2008

Júlia,

Achei que levantaste uma questão essencial para a discussão de ensino através de projetos, a questão de o quanto uma proposta diferente pode ser utópica ou não, como colocamos em prática este tipo de ensino. Até mesmo o que tu disse a respeito de turmas menores na educação infantil, com o nosso sistema político de corte de professores e aumento do número de alunos por turma ficaria inviável tal sugestão.
Muito relevante tuas colocações.
Até quarta, Juliana

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Rosane said

at 6:43 pm on Mar 17, 2008

Olá, também fiquei com dúvidas quanto as idéias das quais vocês discordam, vocês podem explicitar os motivos da discordância? Também achei interessante a questão da utopia. Vocês consideram a utopia ruim? Já leram algo de Paulo Freire sobre a questão da utopia?
Abraços, Rosane

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