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Subcategorias
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Indicadores
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Comentários Avaliador1
(colega)
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Comentários Avaliador2
(professora)
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Desenvolvimento do tema
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Objetividade;
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Presença do quadro de certezas e dúvidas;
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Presença de mapa conceitual inicial e final;
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Apresentação de idéias;
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Apresentação visual;
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Riqueza de fontes;
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Autoria dos textos e não simples cópia ou resumo do que foi pesquisado;
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Referências diversificadas.
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(ver abaixo)
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Diário do projeto
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- Desenvolvimento das idéias;
- Presença de reflexões sobre o trabalho;
- Presença de registro de dificuldades e superações.
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Metodologia
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- Metodologia compatível com os objetivos do projeto ( o grupo utilizou meios adequados para buscar a resposta para a indagação de seu projeto?)
- Metodologia foi realizada
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Trabalho em grupo.
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- Interação e colaboração entre os membros do grupo.
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Evidências e fontes (para cada indicador):
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Comentários adicionais sobre evidências apresentadas:
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Comentários adicionais sobre evidências apresentadas:
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Avaliação com respeito à categoria:
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Avaliação com respeito à categoria:
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Avaliação com respeito à categoria:
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Categorias
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Subcategorias
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Indicadores
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Avaliador1
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Avaliador2
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Avalição geral
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Participação
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- Participação nos fóruns;
- Participação nas atividades propostas em aula;
- Participação na página do aluno (verificação dos registros das atividades);
- Participação em aula (presença em aula);
- Participação nas atividades assíncronas;
- Contribuições, comentários e interação com os trabalhos dos diferentes grupos.
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Produção e registro de reflexão na página pessoal
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- Registro das dúvidas;
- Registro das certezas;
- Registro das aprendizagens;
- Registro do uso das ferramentas.
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Evidências e fontes (para cada indicador):
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Comentários adicionais sobre evidências apresentadas:
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Comentários adicionais sobre evidências apresentadas:
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Avaliação com respeito à categoria:
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Avaliação com respeito à categoria:
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Avaliação com respeito à categoria:
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Avaliação do projeto:
Desenvolvimento do tema
Objetivos
Compreender, estudar, pesquisar, analisar, colher, tratar e repassar informações e deduções pessoais, que pudessem se aproximar da resposta para a pergunta: O que leva uma pessoa a cometer assassinatos em série?
O tema do projeto foi desenvolvido a partir de inúmeras leituras; sendo estas coletadas em diferentes meios de publicação, tais como livros, citados no link "No cinema e na Literatura", além de filmes que serviram de referência, de complemento, até certo ponto prático diante da teoria. Também foram visitados textos científicos, resenhas, matérias de inúmeros jornais internacionais e páginas especializadas. A maioria do material analisado e estudado foi colhida através de publicações digitais, retirados da internet.
Apresentação de Idéias
Uma vez com o material arrecadado, separado em arquivos (pastas), e lido integralmente, o processo seguinte foi de decupá-lo, criando uma paradigma de caráter pessoal. O paradigma visava detectar os pontos comuns existentes nas publicações, criando segmentos-chave sobre o tema:
- o perfil de um serial killer
- o comportamento do cérebro e as patologias comuns entre esse tipo de assassino
- a influência da sociedade e dos mecanismos externos que influenciam o nascimento de um serial killer
- as inter-relações existentes entre os pontos acima citados
Quadro de certezas e dúvidas
A seqüência do projeto, já com o paradigma tendo filtrado a decupagem do vasto material de pesquisa, foi a de elaborar algumas perguntas prementes e inicialmente, ou aparentemente, sem respostas, divididas entre: certezas provisórias e dúvidas temporárias.
Certezas provisórias:
- traumas de infância como estupros ou mortes de entes queridos
- dificuldades financeiras
- desvio psicológico grave
- pais ausentes ou alcoólatras
- rejeição familiar
- dificuldades de aceitação social
Dúvidas temporárias:
- distúrbio patológico reconhecido e classificado pelas ciências médicas
- necessidade de auto-afirmação
- loucura ou crueldade
Mapa Conceitual
O assunto não possibilitou a criação de um mapa conceitual inicial, mas apenas a de um mapa conceitual final. Isso porque o mapa conceitual inicial, se fosse criado, seria idêntico ao mapa conceitual final. Para que o mapa existisse, a base dele teria de ser totalmente científica, e um mapa conceitual elaborado a partir de uma base leiga, geraria um conflito difícil de ser desfeito na hora de se buscar as certezas provisórias e as dúvidas temporárias. Por fim, o mapa conceitual final não poderia vir antes de um estudo científico, de uma leitura esmerada sobre uma vasta gama de material científico.
Fontes
Foram utilizadas diversas fontes para o Projeto: livros, enciclopédias virtuais, resenhas e textos científicos, relatórios disponibilizados pelo FBI, matérias em diversos jornais e revistas do país e do mundo. Alguns dos sites pesquisados:
http://foia.fbi.gov/foiaindex/serialkiller.htm
http://en.wikipedia.org/wiki/Serial_killer
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u335093.shtml
http://www.serialkiller.com.br/
http://people.howstuffworks.com/serial-killer.htm http://science.howstuffworks.com/forensic-dentistry.htm
http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u59287.shtml
http://www.mayhem.net/Crime/serial.html
Textos
Os textos foram produzidos originalmente na sua grande maioria e em alguns casos foram reproduzidos. Os textos originalmente criados possuem a particularidade de manifestarem sempre a visão duma análise comparativa. Um filtro diante de um universo de informações. Os aspectos comuns entre os textos lidos e pesquisados, foram ressaltados para que uma opinião de caráter pessoal fosse formada. Esse conteúdo encontra-se em subdivisões do projeto, como: a Introdução, a Análise Pessoal, Proximidade de Aspectos Conclusivos, a introdução da Análise Psicológica, a historieta sobre o mais famoso serial killer da história, Jack The Ripper, e as Definições. Já o desenvolvimento da Análise Psicológica, por se tratar de uma posição puramente científica, é quase toda ela reproduzida, assim como os perfis dos principais serial killers ao longo dos anos e a exibição de um quadro comportamental-comparativo, usado num formato que mescla ilustração e texto.
Comentários do avaliador 1 - colega:
Devo referir aqui minha surpresa e admiração pelo trabalho do Eduardo, o qual foi realizado em curto espaço de tempo e, apesar disso, ficou excelente. Não há como não aplaudi-lo pela rapidez e eficiência com que fez o trabalho, atendendo a todos os requisistos e itens dessa subcategoria Avaliação do projeto - desenvolvimento do tema. Sei do tempo curto do Eduardo e do quanto ele correu no final do semestre para realizar o projeto (sozinho). Li todo o seu trabalho, que achei riquíssimo em fontes, materiais expostos, apresentação visual, fotografias, textos, enfim... acho que ele atendeu a todos os requisistos e ficou muito bom. Só preciso fazer uma observação em relação ao que o próprio Eduardo refere na sua auto-avaliação referente ao mapa conceitual: se ele fizesse um inicial, seria igual ao final porque para ser diferente deveria haver uma vasta leitura sobre o material em tela, baseada em muito estudo científico sobre o assunto. Quanto a isso, nao concordo porque, conforme referido muitas vezes pela professora, os mapas conceituais inicial e final mostram o nosso aprendizado ao longo do projeto. Nele - nofinal- nao precisa aparecer conclusões definitivas, mas sim, todas as pequenas descobertas ou dúvidas, que se tornaram certeza. No caso do trabalho do Eduardo, creio que, embora não tendo chegado a certezas absolutas, compreensível porque o assunto por ele escolhido é complexo e até hoje até os estudiosos do tema têm dúvidas sobre as causas que movem um indivíduo a tornar-se um assassino, acho que, com as leituras todas que ele fez, certamente aprendeu algo sobre o assunto - que podem não ser certezas, mas idéias, algumas evidências- e essa trajetória sobre o aprendizado um mapa conceitual final deveria mostrar. Então, talvez foi apenas um pequeno lapso do Eduardo referir isso e os seus mapas poderiam sim, ser diferentes. No entanto, isso não faz com que ele deixe de merecer um A, porque o trabalho ficou muito bom.
Diário do Projeto
Desenvolvimento das Idéias
Em PROJETO, existe um mapa conceitual, uma análise pessoal e outra científica, em HISTÓRIA, existem exemplos de serial killers, com patologias parecidas, ou traumas semelhantes, além de referências de filmes e livros, e o perfil do mais famoso serial killer da história. Estes últimos, se lidos atentamente, casarão com as idéias do que pode ser visto, por exemplo, na análise científica, dentro do título PROJETO. A análise pessoal é fruto da harmonia existente entre PROJETO e HISTÓRIA. Em outras palavras, entre a base científica e a base documental. A combinação do material decupado de cada uma das partes, é justamente a responsável para que se possa gerar um enfrentamento das certezas provisórias e das dúvidas temporárias.
Reflexões sobre o trabalho
O trabalho foi amplamente válido, resultando num aprendizado direto e dialógico sobre um tema bastante complexo. Um estudo que contou inicialmente com uma pesquisa feita em diferentes meios, a elaboração de um filtro dosador dos principais pontos em comum existentes em análises diversas, a construção de um paradigma pessoal, e, finalmente, uma produção textual considerável; que, inegavelmente, foi capaz de reforçar e tornar as informações solidamente absorvidas e possíveis de serem explicadas.
Registro de dificuldades e superações
As dificuldades todas elas passaram pelo tempo, ou a falta dele. Uma vez que para produzir, organizar uma metodologia e uma sistemática para o Projeto, antes de escrever foi necessário ler, e ler muito.
A superação foi firmada à medida que o projeto foi sendo repassado de uma ferramenta de texto, um software que emula as simples páginas de papel, para o ambiente virtual. A familiarização com as operações da página do Wiki foi muito rápida, porém, não bastava recortar as informações e adicioná-las no novo ambiente, foi preciso formatar todo o projeto, além de reescrever passagens inteiras dele. Uma readequação que tratava de espremer o tempo ainda mais.
Quanto a esse item também acho que o trabalho do Eduardo atende, visto que todos os requisitos estão satisfeitos, mesmo que ele não tenha feito um link chamado "Diário do Projeto". A superação dele (de suas dificuldades) é o mais admirável, refiro novamente, porque qualquer trabalho bom necessita de tempo e este ficou bom em tempo curto. O trabalho está claro e as idéias bem apresentadas. Merece nota A.
Metodologia
A metodologia foi seguida a risca, elaborada segundo um conjunto de informações e totalmente compatível com o esqueleto do projeto. Foi dividida em coleta de informações, decupagem dessas informações, criação de um paradigma, elaboração textual, visando uma análise pessoal sobre o tema e as questões levantadas, enriquecimento do assunto por meio de imagens, iconografia, textos científicos e referências de filmes e livros.
O projeto então ganhou um esqueleto, coberto por um corpo, que posteriormente foi dissecado, tal qual um próprio serial killer seria capaz de fazê-lo. As questões e os tópicos diretamente relacionados ao desenvolvimento sobre o tema, ficaram regidas pelo título PROJETO. Os subsídios para que o título PROJETO de fato existisse, com todos os seus subtítulos, a fim de que o leitor pudesse entendê-los mais profundamente, foram alimentados por uma série de referências, de exemplos minuciosos, e acontecimentos contundentes e reais ao longo dos anos, dentro do título HISTÓRIA. A história é a base para que o projeto seja entendido, ou até mesmo para que este de fato pudesse nascer. Um complementa o outro, e a disposição deles na sidebar é meramente uma opção estética. Pois os dois títulos se conectam e não comprometem o projeto quando escolhida uma ordem para que sejam lidos. Eles funcionam como um espelho, uma imagem vista e outra invertida, representando, respectivamente, dois ângulos de visão distintos sobre o mesmo assunto. Um ângulo é de registro histórico, documental, explicando diretamente a essência do tema, no outro está o tema dividido por todas aquelas questões que são vistas inteiras dentro da história. De um lado está o todo, no outro, o todo simplesmente espalhado em pedaços.
Apresentação visual
A apresentação visual do projeto foi feita através de fotos que identificassem alguns dos principais serial killers ao longo dos tempos, de capas de livros pesquisados, cartazes de filmes sobre serial killers, um quadro de dois perfis comportamentais e antagônicos entre esse tipo de assassinos, um mapa que ilustra o cérebro e o seu suposto comportamento na ótica de um criminoso dessa espécie, além de figuras iconográficas do principal serial killer da história, Jack o Estripador.
Creio que aqui todos os itens são atendidos, e embora o trabalho tenha sido individual - o que dificulta muito a não divisão de tarefas para um trabalho tão extenso ( e por isso acho o Eduardo merecedor de boa nota). Embora eu não tenha acompanhado a confecção do trabalho e os passos seguidos pelo Eduardo, o que ele diz na auto-avaliação vai ao encontro do produto apresentado, ou seja, o projeto exibido. Merece conceito A.
Trabalho em grupo
O trabalho foi feito integralmente por uma só pessoa, uma vez que a questão escolhida não despertou o interesse dos demais colegas.
Como não há outros membros nesse projeto, difícil avaliar. É um caso que não pode ser igualmente tratado como nos demais casos. Para preencher o campo, conceito A, porque não prejudicou o andamento e resultado do trabalho.
Avaliação geral:
Participação
Participação em fóruns
Foi realizado um comentário amplo sobre cada uma das questões levantadas nos fórun.
Participação das Atividades
As participação nas atividades foi realizada de maneira parcial, citando, por exemplo, as discussões na formatação das perguntas, a manifestação perante algumas questões explicativas do tutorial do cmap, a opinião externada sobre algumas das discussões apresentadas em sala de aula, leitura de alguns textos disponibilizados na biblioteca virtual do rooda, leitura dos comentários dos colegas no fórun e em determinadas páginas pessoais.
Participação em aula
A participação em aula seguramente foi o aspecto mais deficitário do processo de aprendizagem, e de participação efetiva na disciplina. Muito embora, quando tenha existido, a palavra tenha sempre sido usada na medida do possível.
Quanto a esse item, apesar de eu perceber frequente participação do Eduardo nos fóruns, por exempo, devo sinalizar que ele não foi assíduo quanto à frequência às aulas, e também participou pouco das discussões presenciais e pouco interagiu com os colegas, no tocante aos demais trabalhos. Então, merece conceito B.
Registros escritos
Contribuição aos trabalhos alheios
Outro aspecto bastante deficitário. Não foram feitos comentários escritos nos projetos dos demais colegas, apesar de alguns terem sido acompanhados à distância, lidos e passíveis de serem explicados e comentados em sala de aula.
Registros de produção
A pagina pessoal, aos poucos, foi tomada de todas as informações necessárias, como o registro das dúvidas e das certezas, o uso das ferrementas, a metodologia, as questões sobre o tema e o processo de construção do projeto, também o registro de aprendizagem, através das reflexões pessoais e da auto-avaliação.
Quanto a essa subcategoria, nota-se que o Eduardo relacionou suas certezas, dúvidas, seu aprendizado - que está registrado no link Análise Pessoal e também soube usar as ferramentas adequadas e necessárias para a confecção do seu projeto. Merece nota A.
AVALIAÇÃO DO PROJETO
Irei fazê-la porque precisa ser feita, embora utilize critérios que não podem ser desvencilhados de uma ótica pessoal, uma vez que as dificuldades, assim como a gama de informações e a metodologia utilizada servem a um proprósito organizacional bastante particular. Em outras palavras, fiquei razoavelmente satisfeito com aquilo que foi produzido, levando, e muito, em consideração o MEU tempo disponível para a realização do projeto. Embora meu perfeccionismo insista em dizer, sem melindres, de que tudo poderia ter sido muito melhor, mais rico, mais detalhado, mais imagético, mais "quente", ferino, polêmico e profundo. Considerando o impoderável: tempo X produção, e somente em função desse binômio inquebrável, o auto-conceito é "B".
AVALIAÇÃO GERAL
Na minha inegável corrida contra o tempo, destaco o processo de recuperação e de superação que evidenciam o meu interesse; ora velado pela minha impossibilidade presencial, por forças contrárias a minha vontade. Mas nem por isso irei, presunçosamente, desejar passar por cima de regras previamente estipuladas de avaliação, mesmo por que concordo plenamente com todas, sejam elas criadas pela disciplina, ou ainda mais antigas e construídas por uma instituição altamente bem conceituada como é a Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Não estar presente em boa parte das aulas, não ter participado e interagido nelas como gostaria, são antes fatos do que um desejo. Nada muda isso, nem mesmo argumentos distintivos, pessoais e compreensíveis fora do mundo acadêmico e entranhados na vida particular de cada aluno. Nesse caso, obviamente, eu. O conceito, portanto, equilibrando a união de forças na busca pela recupeação do semestre e a não participação durante boa parte dele, é "C".
Eduardo, o projeto está bem estruturado e desenvolvido, apesar do pouco tempo reservado para a sua elaboração. (Quem sabe até possa inspirar um roteiro). Como já conversamos, o teu conceito expressa a não participação nas aulas e nas atividades colaborativas, já que esse quesito foi eleito pelo grupo para a avaliação. Conceito "C".
Comments (1)
Turma A said
at 9:48 pm on Jun 15, 2008
eduardo
tu desistiu da cadeira, ou continuas? qual é o teu grupo? tenho que te avaliar e não sei dos teus registros. me responde logo. tem que ser ate quarta, que é o último dia.
beijos
juliana braggio
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