Projeto? O que é? Como se faz?
Idéias com as quais concordo
* Concordo que "pode haver ensino sem haver aprendizagem".
A escola tradicional, ao apostar em transmitir conhecimentos prontos (regras gramaticais, equações matemáticas...) que não têm significação ao aluno, corre o risco de produzir (continuar produzindo) indivíduos que, quanto muito, reproduzem operações mecanicamente sem entender como, nem por que surgiram e para que precisam sabê-las (para passar no vestibular ou em concursos?), que ao passar dos anos vão esquecê-las sem nunca as ter entendido.
* Concordo que "o sujeito constrói conhecimento quando está em interação com o meio, com os outros sujeitos e com os objetos de conhecimento de que ele deseje apropriar-se".
Temos tantos exemplos de como a experiência, a prática, proporciona que o aluno assimile melhor e mais rápido os conhecimentos (como o intercâmbio para a aprendizagem de línguas estrangeiras, viagens para conhecer localização e formações geográficas...) que me parece difícil contestar que o aluno é o sujeito da própria aprendizagem.
Parafraseando o texto, quando o papel do aluno passa de receptivo para agente, o aluno se torna sujeito do processo. O professor ao oportunizar ao aluno construir conhecimento a partir de seu próprio conhecimento prévio valoriza esse sujeito, reconhecendo-o enquanto sujeito que pensa, opina e faz a própria história.
Dúvidas
Não ficou claro durante minha leitura, mas penso que o trabalho de projetos na escola não dependa da introdução da informática, pois há escolas que trabalham com projetos interdisciplinares sem o uso da informática. Entretanto, vejo com bons olhos a proposta apresentada de trabalhar com projetos no meio eletrônico.
Minha ressalva:
Acho que esse método é válido, mas não acredito que deva substituir o atual. Acho que deveria ser usado de forma complementar, como o é o uso de aulas de laboratório em algumas áreas do conhecimento.
Projeto
Projeto: Grupo 6
Aprendizagem
Aprendizagem
aula30042008
Rooda
Rooda
Avaliação
Avaliação
Reflexão
A realização do projeto exigiu muito de mim, pois tenho outras atividades e não diponho de horas livres. Por trabalhar com prestação de serviços essênciais, muitas vezes, não tenho hora para chegar em casa, nem finais de semana livres. O quê, por vezes, afeta minha programação pessoal.
Mas foi delicioso trabalhar em ambientes digitais e aprender um pouco sobre projetos e mapas conceituais. Com relação a mapas cenceituais, tive a oportunidade de fazer um, para uma comemoração em uma escola e também apresentar o programa para algumas alunas. Fiquei surpresa com o entusiasmo com que as professoras receberam os trabalhos das alunas e por me pedirem o programa para também o utilizarem em suas atividades.
Utilizei mapas conceituais também para uma apresentação em power-point na Universidade, na disciplina de Teoria e prática de Leitura. Entretanto, passei um trabalhão tentando, pesquisando no Help e tutorial, mas não consegui inseri-lo. A solução encontrada foi imprimir, scanear e então inseri-lo como imagem no arquivo (não tive tempo de buscar ajuda).
No projeto, as dificuldades foram várias. Passei horas tentando inserir gráficos, acabei salvando os gráficos no paint com extensão jpg e inserindo como imagem. Outra dificuldade que encontrei foi não ter anotado os passos para criar links em sala de aula, perdi um tempão até conseguir. Pesquisando informações no pbwiki vi que dá para utilizar o comando <top> para voltar ao início da página, mas não consegui fazer. O mapa conceitual final não ficou muito legível depois de reduzido para caber no campo visual da página, mas nós não entendemos porquê.
Ainda bem que o trabalho foi em grupo e pude trocar idéias e dúvidas com as colegas. No início do projeto, pensei em fazer entrevistas com os alunos da Escola Prudente de Moraes, mas não rolou, as meninas conseguiram fazer em seus locais de trabalho e familiares, acabei fazendo apenas com meus familiares. Pensei também fazer uma leitura do personagem madruga comparada ao personagem Macunaíma do livro Macunaíma de Mário de Andrade, mas verifiquei que Macunaíma foi uma tentativa de descobrir a identidade nacional dos brasileiros, já o Seu Madruga é um personagem universal, criado num outro país, num outro contexto. O universal em Seu Madruga está em reproduzir emoções legítimas dos seres humanos independente de espaço e tempo.
Hoje, 25 de maio estou passeando nas páginas dos colegas e nos projetos! Um abraço, Denise Schutz.
Comments (1)
Turma A said
at 4:52 pm on Jun 17, 2008
Oi Cleusa!
Sou eu que vou fazer a sua avaliação, mas para isso eu preciso que vc coloque o quadro da avaliação na sua página.Até quarta eu tenho que te avaliar. Não esqueça. Patrícia.
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